O Brasil era refém da tecnologia externa em 1970 — Até que um jovem bras...
https://youtube.com/watch?v=QDLfCBhohgo&si=ExR2F2l8mVpE_Nyq
#SoberaniaDigital #ciencia #UniversidadePública #brasil #patinhofeio
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O Brasil era refém da tecnologia externa em 1970 — Até que um jovem bras...
https://youtube.com/watch?v=QDLfCBhohgo&si=ExR2F2l8mVpE_Nyq
#SoberaniaDigital #ciencia #UniversidadePública #brasil #patinhofeio
O Brasil era refém da tecnologia externa em 1970 — Até que um jovem bras...
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#SoberaniaDigital #ciencia #UniversidadePública #brasil #patinhofeio
Olá, pessoal! 👋
Vou fazer uma apresentação por aqui também. Saí das redes sociais mainstream nos últimos meses por diversos motivos, mas percebi que o problema não eram as redes em si, mas as estruturas que temos hoje. Sou da época do ICQ, Orkut e bate-papo UOL; do sonho de uma internet para conectar culturas e conhecimento livre. As Big Techs roubaram isso. Vir para o Fediverso é uma tentativa de recuperar um pouco desse fôlego. Sei que o mundo mudou e não tenho mais 12 anos, mas prefiro estar aqui do que no scroll infinito do Instagram.
Sou do interior de SP e vim para Porto Alegre em 2013 estudar Ciências Sociais na UFRGS. Larguei a TI porque queria "aprender sobre gente e não máquinas" (mal sabia eu... rs). Na faculdade, me apaixonei por metodologia e pesquisa quantitativa, o que me empurrou para a Estatística. Fiz mestrado em Sociologia pesquisando modelos de avaliação de risco no sistema de justiça criminal dos EUA, unindo estatística e teoria crítica e, naturalmente, acabei virando cientista de dados. Já atuei como cientista, analista e engenheira de dados — às vezes os três ao mesmo tempo. Minha trajetória prática é um reflexo desse hibridismo: já atuei desde a construção de pipelines de dados em PySpark até a análise de dados geoespaciais e de sentimento.
Além da engenharia, me dedico à alfabetização de dados, criando cursos de R para quem vem das humanas. Também meto a mão na massa com Docker em projetos coletivos e open source, porque acredito que a soberania digital passa por dominar a nossa própria infraestrutura.
Recentemente recebi o diagnóstico de AuDHD/2e (TDAH + TEA + Superdotação). Isso explicou muito sobre o meu "problema" de não ser exatamente de humanas nem de exatas. Sou uma analista que quer otimizar dados e criar pipelines e uma engenheira que entende o contexto e aplicabilidade dos dados. Sou uma socióloga que gosta de dados e estatística e uma estatística que quer fazer pesquisa social.
O que eu curto fazer:
* Pedalar 🚲
* Cinema, teatro, museus e muitas séries (amo Nordic Noir)
* Ficar com meus 3 pets
* Começar 50 livros e terminar 5 (quem nunca?)
* Acampar e conhecer música do mundo todo
Quero voltar a escrever para organizar meus pensamentos e passar um pouco do pouco que sei adiante. Fazer isso também é uma forma de estudar e aprender mais. No momento, estou imersa na obra do Mark Fisher.
Me considero anarco-comunista, sou pansexual e não-monogâmica (atualmente em apenas um relacionamento, mas a não-monogamia pra mim é, antes de tudo, política).
Por fim, quero me conectar com quem pensa impactos sociais da tecnologia, soberania digital e pesquisa com dados sociais. Estou super aberta para parcerias (pagas ou voluntárias), no Brasil ou em outros lugares. Consigo me comunicar em inglês e em espanhol. 🇧🇷 🇺🇸 🇪🇸
🛠️ Stacks: PySpark, Shiny, Docker, R, Python. Experiência em análise geoespacial, multivariada e de sentimento.
Também criei um perfil pessoal aqui: @ipassos
#Introdução #Sociologia #Estatística #DataScience #EngenhariaDeDados #Anarquismo #SoberaniaDigital #AuDHD #MarkFisher #Brasil #FediHire
Olá, pessoal! 👋
Vou fazer uma apresentação por aqui também. Saí das redes sociais mainstream nos últimos meses por diversos motivos, mas percebi que o problema não eram as redes em si, mas as estruturas que temos hoje. Sou da época do ICQ, Orkut e bate-papo UOL; do sonho de uma internet para conectar culturas e conhecimento livre. As Big Techs roubaram isso. Vir para o Fediverso é uma tentativa de recuperar um pouco desse fôlego. Sei que o mundo mudou e não tenho mais 12 anos, mas prefiro estar aqui do que no scroll infinito do Instagram.
Sou do interior de SP e vim para Porto Alegre em 2013 estudar Ciências Sociais na UFRGS. Larguei a TI porque queria "aprender sobre gente e não máquinas" (mal sabia eu... rs). Na faculdade, me apaixonei por metodologia e pesquisa quantitativa, o que me empurrou para a Estatística. Fiz mestrado em Sociologia pesquisando modelos de avaliação de risco no sistema de justiça criminal dos EUA, unindo estatística e teoria crítica e, naturalmente, acabei virando cientista de dados. Já atuei como cientista, analista e engenheira de dados — às vezes os três ao mesmo tempo. Minha trajetória prática é um reflexo desse hibridismo: já atuei desde a construção de pipelines de dados em PySpark até a análise de dados geoespaciais e de sentimento.
Além da engenharia, me dedico à alfabetização de dados, criando cursos de R para quem vem das humanas. Também meto a mão na massa com Docker em projetos coletivos e open source, porque acredito que a soberania digital passa por dominar a nossa própria infraestrutura.
Recentemente recebi o diagnóstico de AuDHD/2e (TDAH + TEA + Superdotação). Isso explicou muito sobre o meu "problema" de não ser exatamente de humanas nem de exatas. Sou uma analista que quer otimizar dados e criar pipelines e uma engenheira que entende o contexto e aplicabilidade dos dados. Sou uma socióloga que gosta de dados e estatística e uma estatística que quer fazer pesquisa social.
O que eu curto fazer:
* Pedalar 🚲
* Cinema, teatro, museus e muitas séries (amo Nordic Noir)
* Ficar com meus 3 pets
* Começar 50 livros e terminar 5 (quem nunca?)
* Acampar e conhecer música do mundo todo
Quero voltar a escrever para organizar meus pensamentos e passar um pouco do pouco que sei adiante. Fazer isso também é uma forma de estudar e aprender mais. No momento, estou imersa na obra do Mark Fisher.
Me considero anarco-comunista, sou pansexual e não-monogâmica (atualmente em apenas um relacionamento, mas a não-monogamia pra mim é, antes de tudo, política).
Por fim, quero me conectar com quem pensa impactos sociais da tecnologia, soberania digital e pesquisa com dados sociais. Estou super aberta para parcerias (pagas ou voluntárias), no Brasil ou em outros lugares. Consigo me comunicar em inglês e em espanhol. 🇧🇷 🇺🇸 🇪🇸
🛠️ Stacks: PySpark, Shiny, Docker, R, Python. Experiência em análise geoespacial, multivariada e de sentimento.
Também criei um perfil pessoal aqui: @ipassos
#Introdução #Sociologia #Estatística #DataScience #EngenhariaDeDados #Anarquismo #SoberaniaDigital #AuDHD #MarkFisher #Brasil #FediHire
França vai obrigar o uso do Jitsi em entidades governamentais pra substituir plataformas de vídeo chamada fechadas.
França vai obrigar o uso do Jitsi em entidades governamentais pra substituir plataformas de vídeo chamada fechadas.
IBGE aposta em soberania digital e software livre no Plano de Trabalho 2026 – Capital Digital
Segundo o diretor de Tecnologia da Informação do IBGE, Marcos Mazoni, além de sustentar a infraestrutura que dá suporte às cerca de 340 pesquisas realizadas anualmente pelo instituto, a área de TI passa a concentrar esforços na construção de estruturas e parcerias capazes de garantir a soberania das informações e dos sistemas. “Hoje o IBGE tem uma estrutura tecnológica própria que chegou a um certo esgotamento em sua capacidade de atendimento diante do crescimento das demandas. E, evidentemente, a introdução de novas tecnologias deve ser pensada nesse processo”, afirmou.
IBGE aposta em soberania digital e software livre no Plano de Trabalho 2026 – Capital Digital
Segundo o diretor de Tecnologia da Informação do IBGE, Marcos Mazoni, além de sustentar a infraestrutura que dá suporte às cerca de 340 pesquisas realizadas anualmente pelo instituto, a área de TI passa a concentrar esforços na construção de estruturas e parcerias capazes de garantir a soberania das informações e dos sistemas. “Hoje o IBGE tem uma estrutura tecnológica própria que chegou a um certo esgotamento em sua capacidade de atendimento diante do crescimento das demandas. E, evidentemente, a introdução de novas tecnologias deve ser pensada nesse processo”, afirmou.
Os dados dos usuários serão deletados em algumas semanas. Vamos subir uma instância definitiva após finalizar os testes.